quarta-feira, 4 de abril de 2018

Adutora do Agreste é tema de reunião na Funai em Brasília

Líderes políticos e indígenas se reuniram com representantes da Funai em Brasília, na manhã de terça-feira (3/4) para esclarecimentos sobre a atuação da Funai no processo de licenciamento ambiental no Lote lll da Adutora do Agreste.

O Estudo realizado pela Funai analisa os possíveis impactos positivos ou negativos que podem ocorrer no Povo Fulni-ô, devido a chegada da Adutora do Agreste.

Segundo o técnico especializado da Funai, Gedeon Garcia, sua análise indica que o Estudo está apto a apresentação para validação junto ao Povo Fulni-ô. Em seguida, o Documento será encaminhado oficialmente à Compesa e à Coordenação Regional da Funai para que seja apresentado às lideranças indígenas a partir de maio de 2018.

Sobre a Adutora do Agreste

Sabe-se que para a Adutora ser implantada no Município de Águas Belas, várias etapas precisam serem cumpridas, dentre elas, a Licença ambiental do Lote lll, cujo é na areá indígena Fulni-ô.

Confiante, o prefeito de Água Belas Luiz Aroldo afirma que muito em breve a  Adutora vai abastecer toda área urbana do Município e também Aldeia Fulni-ô.

O representante indígena  e vereador Maximinio Ramos explicou que esse encontro foi solicitado com o objetivo de levar mais esclarecimento à população local sobre o que Funai e indígenas estão fazendo, dentro do que lhes é cabível, para que a Adutora seja implantada o mais rápido possível.


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Força e velocidade na corrida de tora do Povo Krahô no Encontro de Culturas

O dia hoje (20) na Aldeia Multiétnica foi por conta do povo Krahô, suas danças tradicionais e suas histórias foram vivenciadas pelos parentes indígenas e os visitantes. No início da tarde houve a corrida de tora com os homens Krahô, Kayapó, Fulni-ô, Kariri-Xocó e não-índios. Também houve corrida para as mulheres Krahô, mulheres de outros Povos e não índias também.

Na roda de prosa, as discussões foram sobre o Povo Krahô. E a tarde, na maloca principal, o tema discutido foi etnomídia, os indígenas na comunicação.

A exposição e vendas de artesanatos aconteceram o dia todo. E a noite um espetáculo teatral para encerrar o dia. Amanhã, o último dia de vivência na Aldeia será por conta do Povo Fulni-ô.





quarta-feira, 19 de julho de 2017

Encontro de Culturas tem demonstração de ritual Xavante

A vivência na Aldeia Multiétnica, na manhã de terça (18) aconteceu no Rio dos Couros. Indígenas dos povos Xingu, Fulni-ô e Krahô, mais visitantes, assistiram a uma representação do rito de passagem do Povo Xavante, de furação da orelha. Todos se banharam nas águas geladas do Rio, os Xavantes iniciaram a manhã com suas danças e os Fulni-ô encerraram com as suas. Na volta à Aldeia, houve roda de prosa, e exposição e venda de artesanatos.

Sobre o ritual
O ritual de furação de orelha acontece com adolescentes, entre 10 e 15 anos. Os indígenas passam três semanas, o dia todo no rio fazendo movimentos com a água para que molhe suas orelhas até anestesiá-las e serem furadas. O rito serve para que o jovem seja aceito como adulto pelo seu Povo.


O Povo Xavante fica localizado no Mato Grosso, com uma população de mais de 18 mil habitantes, pertence ao tronco lingüístico Macrojê. 








segunda-feira, 17 de julho de 2017

União, humildade e simplicidade com o Povo Rikbaktsa

Segunda feira (17) na Aldeia Multiétnica do Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros é por conta do Povo indígena Rikbaktsa do Mato Grosso. Logo de manhã, os indígenas reverenciaram a chegada do sol com seus cânticos e danças tradicionais.

Em seguida, na roda de conversa, os Rikbaktsa encantaram os visitantes e parentes indígenas com suas histórias de vida. Uma verdadeira lição de humanidade, união e simplicidade. Dentre a conversa, a indígena e liderança, Domingas, contou como seu Povo recebe quem visita suas casas, segundo ela, oferecem-lhes alimentos e atenção como forma de mostrar o quanto todos são importantes.

Contaram também como seu Povo foi obrigado a se dividir em 37 aldeias em três Municípios, Cotriguaçu, Juara e Brasnorte. O fato aconteceu com a chegada dos não índios em sua aldeia. Os Rikbaktsa têm dois clãs, um da arara amarela e outro da arara cabeçuda. Eles são do tronco linguístico macrojê e falam a língua Rikbaktsa. 

A tarde, a programação da Aldeia segue com exposição e venda de artesanatos indígenas e mais apresentações de danças e cânticos indígenas, os Xavantes iniciaram e em seguida os Rikbaktsa. A noite, mais uma seção no Cine aldeia.






domingo, 16 de julho de 2017

Povo Kayapó no segundo dia da Aldeia multiétnica


A vivência na Aldeia Multiétnica é por conta do Povo indígena Kayapó. Na manhã de domingo (16), a roda de conversa inaugura a maior maloca da Aldeia, lideranças e representantes indígenas discutem problemas e soluções incomuns entre seus Povos.

Em seguida, representantes da Rádio Iandê faz palestra para visitantes. Durante todo o dia tem exposição e vendas de artesanatos indígenas e pinturas corporais aberta para os visitantes.

A tarde os Kayapó fazem suas apresentações de danças e cânticos tradicionais, a dança do Tamanduá, segundo Payakan Kayapó, é a dança do ritual de escolha de nomes para as suas crianças. Em seguida os outros Povos se apresentaram e a finalização da tarde foi por conta das danças e cânticos do Povo Fulni-ô.